The Blower's Daughter

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

SALVEM O PLANETA

Viu DEUS tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.
Houve tarde e manhã, o sexto dia.
Génesis: 1-31



A ganancia do Homem pelo poder e pela riqueza está a destruir este belo Planeta que Deus criou para nós vivermos. Não deixes que isso aconteça, dá o teu contributo. Que futuro estamos a oferecer aos nossos filhos?

Alterações climatéricas - "Uma Verdade Inconveniente"

Baseado no livro homónimo de Al Gore, antigo vice-presidente de Bill Clinton, o filme é apoiado pelo Oceanário de Lisboa que viu nele uma excelente oportunidade para alertar as consciências para as alterações climatéricas.

"10 Coisas A Fazer"
foi o alerta lançado pelo Oceanário para ajudar a combater o aquecimento global

1) Mudar o tipo de lâmpada - substituir uma lâmpada normal por um lâmpada florescente poupa 68 Kg de carbono por ano;

2) Conduzir menos - caminhar, andar de bicicleta, partilhar o carro ou usar os transportes públicos com mais frequência. Poupará 0,5 Kg de dióxido de carbono por cada 1,5 Km que não conduzir!

3) Reciclar mais - pode poupar 1.000 Kg de dióxido de carbono por ano reciclando apenas metade do seu desperdício caseiro (imagine em quanto poupa o planeta se reutilizar ou reciclar quase tudo);

4) Verificar os pneus - manter os pneus do carro devidamente calibrados pode melhorar o consumo de combustível em mais de 3 %.Cada 4 litros de combustível poupado retira 9 Kg de dióxido de carbono da atmosfera!

5) Usar menos água quente - aquecer a água consome imensa energia. Usar menos água quente instalando um chuveiro de baixa pressão poupará 160 Kg de CO2 por ano e lavar a roupa em água fria ou morna poupa 230 Kg por ano;

6) Evitar produtos com muita embalagem - pode poupar 545 Kg de dióxido de carbono se reduzir o lixo SÓ em 10% (imagine em quanto poupa o planeta se reutilizar ou reciclar quase tudo);

7) Ajustar o termóstato - acertar o termóstato apenas dois graus para baixo no Inverno e dois graus para cima no Verão pode poupar cerca de 900 Kg de dióxido de carbono por ano;

8) Plantar uma árvore - 1 única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono durante a sua vida;

9) Seja parte da solução - aprenda mais e torne-se activo em http://climatecrisis.net/
10) Incentive os amigos a ver "Uma Verdade Inconveniente".

- Por não saber a fonte utilizada na elaboração deste mail que me chegou, posso sempre duvidar da veracidade dos números.
Poderão ser menos mas também ... poderão ser muito superiores.
Seja como for, TEMOS de FAZER ALGUMA COISA.
Porque não: COMEÇAR EM MIM?

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

A verdadeira e única razão de celebrar o Natal

Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus connosco)

Mateus: 1.23






sexta-feira, 1 de dezembro de 2006






Algum tempo atrás tive a oportunidade de ler este livro, não só
pela curiosidade mas porque grande parte dos meus amigos já tinham lido e faziam comentários sobre os quais não podia expressar a minha opinião.
O livro é um romance fascinante e de grande poder de entretenimento, mas enganoso e perigoso.





O Código da Vinci
Enganoso e Perigoso

Por Ed Hindson

O livro "O Código Da Vinci", em destaque na lista de best-sellers do New York Times, cativou a atenção de milhões de leitores, motivou um programa especial no horário nobre na ABC News e está para ser lançado como um importante filme de Hollywood em 2005. O livro prende o leitor com uma história excitante de aventura e intriga, fazendo-o acompanhar seus personagens numa louca incursão pela Europa à medida em que procuram indícios da verdadeira identidade de Jesus Cristo.
O problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma maneira completamente antibíblica, ofensiva e estarrecedora para os que nEle crêem. Assim como tantos outros ataques à integridade de Jesus Cristo, O Código Da Vinci declara que Jesus realmente existiu, mas que Ele era meramente humano e não divino. Na realidade, os personagens do livro alegam insultuosamente que Jesus foi casado com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos, alguns dos quais estariam vivos hoje.
O enredo deturpado gira em torno de uma série de indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci, que pintou "Mona Lisa" e "A Última Ceia". O romance apresenta da Vinci como membro de uma sociedade secreta chamada de "Priorado de Sião", fundada em 1099. O livro também liga algumas celebridades como Sir Isaac Newton, Victor Hugo e Claude Debussy à teoria da conspiração de que o priorado teria deliberadamente escondido a "verdade" sobre Jesus e Maria Madalena do resto do mundo durante séculos.
O romance envolve a história de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e uma criptógrafa francesa chamada Sophie Neveu ("nova sabedoria", em francês). Juntos, eles teriam encontrado uma série de vestígios criptografados que revelam os "segredos" do Cristianismo: que Deus seria uma mulher, Jesus teria descendentes e que Maria Madalena seria divina. O livro alega que essas verdades estariam escondidas numa série de documentos secretos chamados de "Documentos do Santo Graal".
Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, mas perigosamente blasfema, em O Código Da Vinci. Ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.
Engano intencional
O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo). Os personagens de Brown sugerem que os apóstolos e pais da igreja seriam nada mais do que opressores patriarcais que teriam suprimido a adoração à "divindade feminina". Na verdade, o livro descreve os Evangelhos do Novo Testamento como produtos humanos de machos chauvinistas anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa.
A agenda feminista é ostentosa por todo o romance, alegando que a igreja primitiva, dominada por homens e liderada por Pedro, teria se voltado contra Maria Madalena após a morte de Jesus e provocado sua fuga para a França (a antiga Gália). Então, o imperador Constantino teria convenientemente deificado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia sobre a divindade de Cristo o resultado teria sido apertado. Na realidade, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Dificilmente essa pode ser considerada uma eleição disputada! Mas, definitivamente, a precisão histórica não é o ponto forte do romance.
Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro. Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos "reais". Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas. O Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Batista do Sul (nos EUA), disse que "as Escrituras do Novo Testamento foram reconhecidas e destacadas devido à sua autoria apostólica e pelo seu conteúdo claramente ortodoxo". Em contrapartida, Mohler afirma que os textos de Nag Hammadi são "facilmente identificáveis como literatura gnóstica distanciada da Igreja".
É verdade que a igreja medieval distorceu as verdades básicas da mensagem simples do Evangelho. Mas foi vários séculos depois da época de Cristo e dos apóstolos que ela acrescentou idéias como a salvação pelas obras, a veneração de santos e a importância de relíquias sagradas, como o chamado "Santo Graal" – o cálice de Cristo. Em O Código Da Vinci o "cálice" é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.
Distorção diabólica
Em comparação ao livro O Código Da Vinci, o filme "A Última Tentação de Cristo" parece ameno. O romance de Brown acusa o Cristianismo de culpar a mulher pela queda de toda a raça humana. Ele parece esquecer que a história de Adão e Eva é judaica e antecipa o Novo Testamento por muitos séculos. Na realidade, o enredo de O Código Da Vinci é uma combinação de secularismo ostensivo com feminismo hostil.
O livro assevera que o próprio Da Vinci, um cientista brilhante e pintor renascentista, estaria ciente da verdade sobre Maria Madalena e a teria representado como João, sentado próximo a Jesus em sua "A Última Ceia". O romance deixa a impressão de que Maria estaria retratada na pintura de Da Vinci como a esposa de Cristo. Ele também afirma que Pedro estaria fazendo um gesto ameaçador em direção a Maria como se estivesse tentando eliminar a influência feminina da Igreja. Na realidade, de forma nenhuma Maria Madalena aparece no quadro! Os personagens de Brown "lêem" na pintura aquilo que eles querem ver – a feminização do Cristianismo.
Não há nada no registro bíblico sobre a Última Ceia que indique a presença de mulheres nessa refeição. Também não há qualquer indicação nos Evangelhos bíblicos de que os discípulos guardaram o cálice de Cristo, pedaços da cruz ou quaisquer outras relíquias religiosas. Não é o cálice no qual Jesus bebeu que nos salva, tampouco lascas da cruz onde Ele morreu. O sangue que Ele derramou naquela cruz, simbolizado pelo cálice, é a verdadeira base para nossa salvação.
A Bíblia diz: "a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé" (Romanos 3.25); "no qual temos a redenção, pelo seu sangue" (Efésios 1.7); "e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz" (Colossenses 1.20); "e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7).
Desafio decisivo
Não tenho idéia de quais são as convicções religiosas de Dan Brown, mas posso dizer-lhes com certeza que não são baseadas em crenças cristãs ortodoxas. Seu romance é fascinante e de grande poder de entretenimento, mas é exatamente esse o problema. Jovens pastores me contam que são bombardeados com perguntas céticas de recém-convertidos que ficam genuinamente perturbados ao lerem o livro, por parecer tão convincente.
O Cristianismo superou tais críticas antes e o fará novamente. A verdadeira história do Evangelho ainda é a maior história que já foi contada! Os ensinamentos de Jesus Cristo sempre foram e sempre serão superiores a qualquer coisa que o mundo venha a oferecer. Ao mesmo tempo, não podemos enfiar nossa cabeça na "areia eclesiástica" e simplesmente desejar que esse tipo de coisa desapareça.
Há respostas reais para as questões levantadas em O Código Da Vinci. Tais desafios à fé devem nos estimular a lidar com essas questões, respondendo as perguntas para satisfazer as mentes honestas e inquiridoras. O que me preocupa é a mentalidade da geração pós-moderna. Talvez a questão real não seja o que o livro contém, mas o fato de que um público biblicamente ignorante o leve realmente a sério.
Em alguns aspectos, O Código Da Vinci é mais uma acusação à nossa geração do que ao autor do livro. Quando estava entrando na adolescência, nos anos 60, eu ficava continuamente chocado pela ingenuidade de meus pais, que acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Eles haviam crescido numa época em que se acreditava naquilo que se lia, não importando quem era o autor. O mesmo é verdadeiro, e até ainda mais, para a televisão e o cinema. Da mesma forma como muitas vezes expliquei essa realidade para a geração de meus pais, advirto a atual geração: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!
A Bíblia exorta: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo" (1 João 4.1-3).

O Dr. Ed Hindson é assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

COLOM(BO) ERA ZARCO,PORTUGUÊS DE CUBA!


A Origem de Cristovão Colombo sempre despertou em mim curiosidade quanto á sua nacionalidade. Após a leitura do livro Codex 632 de (José Rodrigues dos Santos) passe a publicidade, essa vontade enorme de saber mais sobre o tema voltou a reacender.




Se Cristóvão Colombo era italiano, porque razão atribuiu mais de 40 nomes do Alentejo aos lugares que descobriu nas Caraíbas, onde não encontramos um único topónimo que seja italiano?

Durante estes 5 séculos foi geralmente atribuída a descoberta da América ao genovês Cristoforo Colombo.
CRISTÓBAL COLÓN
Ele entrou nessa epopeia sob contrato com os Reis Católicos e os excepcionais resultados tornaram-no herói nacional de Espanha com o nome de Cristóbal Colón.
OU COLOM ?
CRISTÓVÃO COLOM
Antes de mudar para Castela, o navegador viveu em Portugal onde aprendeu tudo sobre cartografia e navegação oceânica. O nível cultural que patenteou era extremamente elevado. O seu nome seria então, Cristóvão Colom ?
TANTOS COLOMBOS ...

Apesar de ser conhecido como genovês, é muito estranho que várias outras cidades em Itália continuem a reclamar ser o lugar de nascimento de Colombo: Savona, Nervi, Cugureo, Piacenza, etc. Até Milão, nos primeiros tempos. Em cada uma delas nos poderão levar a ver “a casa onde Colombo nasceu”. E todas apresentam documentos comprovativos!


... MAS NENHUM VERDADEIRO !
Para vários historiadores /investigadores, nenhum desses documentos é de confiança. Ou, para ser mais rigoroso, é possível que um (ou vários) Cristoforo Colombo tenha nascido em Itália, é provável que tenha sido em Génova, mas certamente não foi o mesmo homem que descobriu a América.


HERÓI DE ESPANHA
Provado que a teoria genovesa era falsa, proliferam teses reclamando que o descobridor nasceu em locais tão diversos como Calvi (Córsega), Khios (Grécia), ou Ibiza, Galiza, Biscaia e Catalunha (Espanha). Várias localidades espanholas homenageiam Colón, não sendo surpresa os seus esforços para transformar o herói estrangeiro em cidadão espanhol.

ENIGMA COLOMBO
12 de Outubro é o Dia da Hispanidade, destinado a celebrar não só em Espanha, mas um pouco por todo o mundo hispano-americano, precisamente o herói dos descobrimentos castelhanos: Cristobal Colón, esse mesmo, o Cristoforo Colombo da história mundial, considerado genovês de origem.

Enquanto as entidades oficiais portuguesas continuam a desprezar a fortíssima probabilidade de Colombo ser português, Espanha tudo tenta para fazer seu o descobridor da América.

QUE GRANDE NADADOR !
Diz-se que Colombo chegou a Portugal em 1476, nadando 10 Km desde o seu navio atacado por piratas, no Cabo S. Vicente. Só um milagre permitiria a sobrevivência durante tanto tempo nas águas agitadas e frias daquela costa. Mas não há provas de que Colombo navegasse com mercadores genoveses e o seu nome também não consta na lista da tripulação.


MISTERIOSA AMNÉSIA
Maior que um milagre é o facto de Colombo, em Lisboa, se corresponder com o cosmógrafo italiano Toscanelli, já em 1474 (ou seja, 2 anos antes de chegar). Mas as cartas eram em Latim. E nunca escreveu nem falou em italiano.
Se fosse italiano como escreveria para os seus compatriotas? A amnésia à língua materna terá resultado da prolongada imersão nas águas geladas?


MARINHEIRO
Em 1477, Colom(bo) navegava na frota portuguesa. Foi à Irlanda e à Islândia, depois à Madeira em 78, e à costa de África entre 82 e 85.
Por Decreto Real, só os cidadãos portugueses eram autorizados como tripulantes.
Quem poderia ser este “italiano” para navegar na frota portuguesa???


CASAMENTO NOBRE
Em 1479, Colom(bo) casou com Felipa Perestrelo, filha de uma nobre família portuguesa. O pai de Filipa era Bartolomeu Perestrelo, que acompanhou João Gonçalves Zarco à ilha da Madeira.
Poderia Cristoforo Colombo, filho de pobres tecelões, casar-se com uma jovem da nobreza, filha de um navegador, a mais prestigiada classe nessa época? Inacreditável!


IDA PARA ESPANHA
Após a morte de Felipa, em 1485, Colom mudou-se para Espanha com o filho Diogo, iniciando contactos através de amigos no Mosteiro de La Rabida.
Antes da partida de Colom, o Rei D. João II reuniu uma Junta de Sábios para avaliar os planos do navegador de chegar à Índia velejando para Ocidente.
Portugal dominava os mares e progredia na costa de África, a caminho da Índia.


ESTRANHA PERSISTÊNCIA
A História diz-nos que D. João II recusou apoiar Colom(bo), e que este decidiu então oferecer os seus serviços aos Reis de Espanha. Passou 7 anos a tentar convencê-los a financiar a viagem.
É surpreendente a sua persistência, durante 7 longos anos, quando tinha logo desistido perante a “recusa” inicial do Rei português.


MISSÃO SECRETA
Os objectivos secretos de D. João II eram desviar as atenções e os navios castelhanos da costa de África/caminho para a Índia e que Colom, ao serviço de Espanha, descobrisse terras na zona atribuída a Portugal pelo Tratado de Toledo (a sul do paralelo das Canárias), ganhando legitimidade para o substituir por outro mais favorável.


NOVO TRATADO
No regresso da sua viagem, Colom não se dirigiu directamente a Espanha; desviou-se para Lisboa e foi falar com D. João II.
Em 1494 foi assinado o Tratado de Tordesilhas, definindo-se o meridiano 370 léguas a ocidente de Cabo Verde. As terras para lá dessa linha pertenceriam à coroa espanhola. Para leste, à coroa portuguesa.
Portugal assegurou o controlo do Atlântico Sul e do Brasil (que já estaria descoberto).


ORDEM DOS TEMPLÁRIOS
Run Futthark (no livro “A misteriosa Ordem Templária”) diz que Colombo usava a cruz dos Templários nas suas velas, concluindo que seria membro da Ordem de Calatrava, sucessora dos Templários em Espanha, após a sua extinção forçada.
Em Portugal, foi a Ordem de Cristo que sucedeu aos Templários. Não estaria Colom a “mascarar” a sua verdadeira filiação secreta?


O CÓDIGO “DA VINCI”
Destaca-se neste romance, o recurso a mensagens codificadas e várias referências à ”Cabala”, Ciência hermética, que abarca métodos utilizados pelos Templários (e antes pelos Hebreus) para elaboração das mensagens – chave do código.
Um aspecto relevante para a identificação de Colom(bo) é a análise da sua sigla, pois ele seria membro da Ordem de Cristo, sucessora da Ordem dos Templários.


A MISTERIOSA SIGLA
Nenhum investigador ou historiador estrangeiro conseguiu interpretar a sigla com que o Almirante assinava. Por isso nunca a referem. O prof. Mascarenhas Barreto decifrou-a assim após mais de 15 anos de trabalho:
“Fernandus, ensifer copiae Pacis Juliae, illaqueatus cum Isabella Sciarra Camarae, mea soboles Cubae sunt”
“Fernando, que detém a espada do poder em Pax Julia, ligado com Isabel Sciarra da Câmara, são a minha geração de Cuba”


O BRASÃO DO ALMIRANTE
Pela descoberta do Novo Mundo, os Reis Católicos atribuíram a Colom o título de Almirante e o direito a Brasão de Armas.
A especificação indica para o 4º quadrante, “as Armas usuais da sua família”
Como poderia ser um tecelão de Génova?
No brasão figuram 5 âncoras dispostas como as Quinas portuguesas. O significado hebraico dessas âncoras equivale ao das moedas no escudo nacional (boa sorte)


TANTAS COINCIDÊNCIAS
A inserção de um elemento estranho à especificação, transformou os quadrantes inferiores em “escudetes”, semelhantes ao escudo português. Esse elemento é uma “Câmara”, também símbolo esotérico associado às Ordens Militares (Templária e de Cristo). A Câmara é atravessada por uma lista diagonal, um símbolo de bastardia.
Todas as características convergem para Salvador Fernandes Zarco !!!


SALVADOR FERNANDES ZARCO
Salvador Fernandes Zarco (SFZ), verdadeiro nome de Cristóvão Colom, era filho do Infante D. Fernando, Duque de Beja, nascido duma ligação com Isabel Sciarra da Câmara (Zarco).
D. Fernando era irmão do Rei D. Afonso V, ambos filhos do Rei D. Duarte e da Rainha Dª. Leonor de Aragão (avós paternos de SFZ). O Rei D. Duarte, o varão mais velho da chamada Ínclita geração, que incluía os seus irmãos (tios-avôs de SFZ), Infantes D. Henrique, D. Fernando, D. João e D. Pedro, todos filhos o Rei D. João I e da Rainha Dª Filipa de Lencastre (bisavós de SFZ). D. João I era, por sua vez, filho do Rei D. Pedro I. (trisavô de SFZ).
Do casamento do Duque de Beja, D. Fernando, com D. Beatriz, nasceram o Rei D. Manuel I, Dª Leonor (rainha pelo casamento com o Rei D. João II) e os seus sucessores nos ducados de Beja e Viseu, D. João e D. Diogo, sendo todos eles meio-irmãos de SFZ.
Isabel Sciarra da Câmara era filha do descobridor João Gonçalves Zarco e de Constança Roiz de Sá (avós maternos de SFZ). O sobrenome Câmara fora atribuído a título nobiliárquico à família Zarco.


PERITAGEM À CALIGRAFIA
Segundo o Canal Discovery, a peritagem efectuada pelo Padre Roura, comparando a caligrafia das cartas do navegador com documentos catalães do séc.XV, permite concluir que Colom seria catalão.
Há apenas um senão: a carta (de 29 Abril 1498) mostrada pelo Discovery não foi escrita pelo punho do Almirante e tem a sigla errada. A caligrafia será do escrivão.
Então o escrivão é que seria catalão…


ESTRANHAS PALAVRAS
Segundo o Discovery, o especialista em eng. linguística, Prof. Yzaguirre, encontrou hesitações e muitas palavras estranhas nas cartas de Colom em castelhano. Isso podia significar que era catalão. Mas não apresentou qualquer palavra catalã.
O Prof. Mascarenhas Barreto encontrou mais de cem palavras portuguesas puras e muitas outras “espanholizadas”.
Que catalão tão bizarro, este Colom !


CATALÃO?! PORQUÊ??
O argumento do investigador Francesc Albardaner, é que Colom seria membro de uma família nobre catalã, opositora do Rei Fernando de Aragão, e combatia num navio pirata (o tal que atacou genoveses).
Salvador Fernandes Zarco era neto do Rei D. Duarte. E quem era a avó? Dª Leonor de Aragão. Portanto, Colom também descendia da nobreza aragonesa, mas isso não serve para concluir que fosse catalão!


MARTELADA NA HISTÓRIA
Já há conclusões científicas dos exames aos ossos de Diogo, irmão de Colombo. O prof. Botella, antropologista forense, concluiu que Diogo tinha 56 anos quando morreu.
Nos documentos italianos teria menos de 48 anos. Com um senão: chamava-se Jacobus.
Génova tinha um Cristoforo Colombo, com um irmão Bartolomeu, mas faltava Diogo.
Transformaram o Jacobus em Diogo. A “martelada” está a descoberto…


A.D.N. INSUFICIENTE
Também o Dr. Llorente (Univ. Granada) disse não ser possível confirmar que Diogo e Colombo eram irmãos, porque o ADN extraído dos ossos de Colombo apresentava uma sequência demasiado curta.
Talvez fosse curta. Mas mesmo suficiente, não se concluiria que eram irmãos.
O ADN mitocondrial examinado, mostra as características da mãe. Diogo e Salvador (Colom) não eram filhos da mesma mãe.


CUBA E OUTROS NOMES
À 1ª ilha, Colom(bo) chamou S. Salvador. (o seu nome). Às ilhas seguintes chamou: Fernandina (derivada de Fernando, seu pai); Isabella (sua mãe); CUBA (sua terra), Conceição (igreja de Beja onde foi baptizado, construída por seu pai), Hispaniola (Hispania era o nome de toda a península e não de Espanha).
Mais de 40 nomes portugueses, muitos dos Alentejo. Nem um único nome italiano.


CONFIRMAÇÃO CIENTÍFICA
Após exames já efectuados às ossadas do filho Fernando, do irmão Diogo e do próprio navegador, que ficou na História como Cristoforo Colombo, falta ainda um pequeno/grande passo para confirmar cientificamente que o verdadeiro descobridor das Américas usava o pseudónimo de Cristóvão Colom, era Salvador Fernandes Zarco, português, da Cuba.


Autoria de Dr. Luciano da Silva (médico,historiador e epigrafista)